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Palma forrageira�� meta de estudo de pesquisa

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Importante alternativa para o semi-árido do Nordeste brasileiro devido ao seu elevado potencial de produção e adaptação às condições agroecológicas, a palma forrageira está sendo cultivada e analisada na unidade da Secretaria Executiva de Agricultura, em Batalha. Um dos objetivos é auxiliar o desenvolvimento da pecuária local, pois com a escassez de chuvas a produção de volumosos cujo destino é a alimentação animal fica prejudicada. A obtenção de farelo e palma forrageira enriquecido a partir da fermentação em estado sólido também é uma das metas do estudo. O engenheiro agrônomo Fernando Gomes, da Secretaria de Agricultura, explica que a possibilidade de enriquecimento protéico acontece por via microbiana utilizando uma mistura mineral complementar. ?Esta tecnologia encontra-se, no momento, em fase de ajuste e adaptação e tem como ponto de partida a tecnologia já definida da ?sacharina? da cana-de-açúcar?, ressalta, acrescentando ser esta a fase atual da pesquisa. A etapa seguinte será repassar e ajustar a tecnologia de acordo com as atividades dos pecuaristas da região, o que será feito a partir dos resultados obtidos em atividades de experimentação animal. Para isto, serão cadastrados e selecionados um número representativo de produtores a receberam as orientações. Alagoas, juntamente com Pernambuco, detém mais de 50% da área cultivada de palma forrageira no Nordeste. Se durante seu cultivo for utilizada a tecnologia de adensamento, adubação correta e tratos culturais, 1 hectare de palma poderá produzir, na colheita do segundo ano de plantação, 300 toneladas de biomassa por hectare. Assim, considerando 10% da matéria seca, tem-se uma produção global de 30 toneladas por hectare, produção superior a qualquer espécie produtora de grãos.

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