Economia
Programa distribui R$ 600 mil
O presente de Natal que muita gente estava esperando não foi entregue pelo Papai Noel, e sim pela Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz/AL), que realizou ontem o último sorteio da Nota Fiscal Cidadã de 2016. Ao todo, R$ 600 mil foram distribuídos entre pessoas físicas e instituições sociais cadastradas no programa. O sorteio foi realizado no Lar São Domingos, no bairro de Mangabeiras, em Maceió. Pela primeira vez, o evento aconteceu nas dependências de uma instituição beneficente, e segundo o secretário de Estado da Fazenda de Alagoas, George Santoro, essa foi uma forma de promover maior integração social. ?A participação de quem veio até aqui conhecer o trabalho do Lar São Domingos, que hoje já consegue mostrar as melhorias adquiridas através do valor ganho no último sorteio, agrega valor a esse programa e dá transparência ao que fazemos?. Do valor total, R$ 300 mil foram sorteados entre os cerca de 250 mil consumidores que exigiram a nota fiscal e a outra metade entre as 49 instituições inscritas na campanha. As premiações variaram entre R$ 100 e R$ 30 mil para pessoas físicas e de R$ 5 mil a R$30 mil para as instituições sociais. No total, 48.889 bilhetes foram gerados por meio de notas fiscais levantadas entre os meses de setembro e outubro de 2016. Na categoria pessoa física, o sorteio distribuiu 1610 premiações, aumentando as chances dos participantes e outras 34 instituições sociais levaram os prêmios. Os sorteios foram realizados com o acompanhamento de um auditor independente, conforme exigência da legislação. A lista dos ganhadores está disponível no site da Secretaria da Fazenda. Embora comemore a adesão da população, o secretário George Santoro contou que alguns empresários tem boicotado o programa. ?Aumentamos em 25% a participação da sociedade que passou a exigir a nota fiscal com o CPF cadastrado, mas sabemos que existem lojas do comércio que não estão transmitindo as notas com o CPF. Tem cliente que solicita o registro do CPF, mas quando nós vamos ver, ele não foi computado. Nós iremos conversar com esses empresários, orientar e se não resolver, veremos com o Procon as providências que podem ser tomadas?, explicou.