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R�veillons contribuem para manter ocupa��o

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Um ponto que fez Alagoas sentir menos os efeitos da crise econômica foi o fato de não ser considerado um destino de turismo corporativo ? aquele destinado a eventos de negócios e congressos. ?Comparados a outros estados como Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia e Ceará, nós tivemos índices melhores?, ressalta o presidente da ABIH de Alagoas, Mauro Vasconcelos.?O turismo corporativo é muito forte nesses destinos, e com a crise, esse foi o tipo de turismo que mais caiu. Em Maceió, 85% é lazer e apenas 15% é turismo corporativo. Teve queda, mas não causou tanto impacto no nosso setor?, revela. Segundo a ABIH-AL, os índices de ocupação são sempre repassados em média. Há hotéis em Alagoas em que a porcentagem de lotação chega a 100% nestes períodos, porém, ao mesmo tempo, há empreendimentos onde apenas metade dos quartos ficarão ocupados. ?Nós temos hotéis beira-mar, de boa qualidade, com 50% de ocupação em janeiro?, revela Mauro. Outros dois pontos positivos para Alagoas que têm deixado os hoteleiros do Estado felizes é a movimentação nos períodos de réveillon e carnaval. No caso da festa de virada de ano, há uma extensa programação promovida por produtoras alagoanas que realizam festas particulares do Litoral Sul ao Norte do Estado, sem deixar a capital de lado. Somente neste ano, cinco empresas promoverão grandes shows para receber 2017, com mais de uma atração nacional por noite. À Gazeta, Sérgio Feitosa, organizador do réveillon Celebration, a ser realizado na praia de Cruz das Almas, litoral Norte da cidade, conta que somente em seu evento a expectativa de público é de dez mil pessoas, sendo 70% delas de fora do Estado. ?Conseguimos atingir todos os estados do Brasil, sem exceção. E quando o cliente de fora procura por nossa festa, ainda encontra a possibilidade de adquirir não apenas os ingressos das festas, mas toda uma logística que envolve aéreo, hotel, translado, além de excursões via-terrestre a cidades mais próximos como Recife, Salvador e Aracaju?, explica Sérgio. *Sob supervisão da editoria de Economia

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