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Exporta��es de Alagoas perdem US$ 251,38 milh�es em 2016

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As exportações de Alagoas fecharam o ano passado com uma queda de 37,4%, na comparação com 2015, segundo levantamento da Secretaria de Comércio Exterior, órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. De acordo com os números, as exportações de 2016 renderam ao Estado US$ 420,85 milhões, contra US$ 672,24 milhões no ano anterior ? uma perda de US$ 251,38 milhões. Já a balança comercial ? relação entre o total de exportações e importações ? de Alagoas fechou o ano de 2016 com um deficit de US$ 191,15 milhões. No ano passado, enquanto as exportações somaram US$ 420,859 milhões, as importações movimentaram US$ 612,01 milhões. Os números de Alagoas seguem na contramão do Brasil, cujo superavit da balança comercial foi o maior registrado na série histórica, acima de US$ 47 bilhões. A professora da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e economista Luciana Caetano comenta que o açúcar foi o produto que mais pesou para o resultado da balança comercial alagoana. Em 2016, o produto rendeu US$ 352 milhões, frente a US$ 432 milhões em 2015. ?Uma queda considerável, de quase cem milhões de dólares só nesse item?, ressalta. ?Para complicar ainda mais, quando vemos a importação, acontece o inverso. Nós tivemos uma importação alta em 2016, mais de dez milhões de diferença entre os dois anos?, comenta. De acordo com os dados do Ministério do Comércio Exterior, os cinco produtos mais exportados por Alagoas em 2016 foram açúcares de cana, policloreto de vinila (PVC), outros açúcares da cana ? beterraba e sacarose ?, além de ladrilhos, cerâmica, vidrados, esmaltados e fumo não manufaturado. Os países que mais compraram produtos de Alagoas foram Estados Unidos, Rússia, Geórgia, Romênia e Índia. Já os cinco produtos mais importados, ou seja, que mais compramos do exterior, foram óleos brutos de petróleo, naftas, outros óleos e produtos destilados, além de alhos frescos ou refrigerados. Nessa categoria, o comércio foi realizado, em sua maioria, com países como a China, Estados Unidos, Argentina, Rússia e Emirados Árabes Unidos. *Sob supervisão da editoria de Economia

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