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D�lar despenca 1,67% e fecha cotado a R$ 3,41

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São Paulo - A melhora da avaliação do Brasil pelos investidores estrangeiros e o cansaço dos investidores locais em esperar por uma guerra no Iraque com as carteiras munidas de dólares levou a moeda norte-americana a registrar ontem seu menor fechamento desde 20 de fevereiro e a se aproximar novamente do patamar dos R$ 3,30. O volume de negócios cresceu em relação aos últimos dias. A cotação fechou em baixa de 1,67%, a R$ 3,41 para venda e R$ 3,405 para compra. Segundo analistas, muitos bancos compraram uma quantidade maior de dólares prevendo a disparada da cotação neste mês diante da expectativa de guerra no Iraque. Só que isso não aconteceu. Com o impasse da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre atacar ou não o Iraque, surgido com a colaboração do país com os inspetores de armas e à falta de provas de que o governo de Saddam Hussein possua armas de destruição em massa, a cotação já recua 4,34% neste mês. Os investidores também recebem positivamente a melhora dos índices de inflação. Hoje, a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo) informou que a inflação ao consumidor na primeira quadrissemana do mês é a menor desde outubro, 1,20%. Já o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), divulgado ontem pela Fundação Getúlio Vargas, ficou em 0,63% na primeira prévia de março, contra 0,89% da primeira de fevereiro, e hoje Risco O risco-Brasil despencou 4,51%, para 1.078 pontos, segundo o EMBI, índice apurado pelo banco J.P.Morgan. Isso quer dizer que os títulos da dívida brasileiros pagam 10,78 pontos percentuais acima dos papéis do tesouro americano, considerados de risco zero. Com 1.078 pontos, o risco-Brasil atinge o nível mais baixo desde junho de 2002. Bolsa A recuperação dos mercados internacionais impulsionou a Bolsa de Valores de São Paulo nesta quinta-feira, fazendo com que a bolsa paulista fechasse em alta pelo terceiro pregão consecutivo. O Ibovespa subiu 1,9%, para 10.783 pontos. O volume financeiro também mostrou recuperação e foi de R$ 710,1 milhões, o mais robusto desde meados de fevereiro.

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