Economia
Volume de servi�os prestados em Alagoas tem aumento de 2,3%
O volume de serviços prestados em Alagoas registrou aumento de 2,3% em março, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, Alagoas foi um dos quatro estados onde houve crescimento no volume de serviços no mês de março. O Rio Grande do Norte teve a maior alta, com 6,5%, seguido de Mato Grosso (5,3%) e Paraná (4,9%). Na comparação com fevereiro, o volume de serviços prestados em Alagoas teve o terceiro melhor desempenho do País, com alta de 4,1%. Nessa base de comparação, Tocantins lidera o ranking, com crescimento de 24,9%, seguido do estado do Maranhão, com 9,9%. Já as maiores variações negativas foram observadas em Roraima (-4,2%), Rio Grande do Sul (-4,0%) e Paraná e Distrito Federal (ambas com -3,4%). Com o resultado de março, o setor de serviços de Alagoas fechou o primeiro trimestre com crescimento de 0,8%. No entanto, em doze meses ? medidos de março a março ?, o setor tem desempenho negativo de 2,3%. Quando analisada a receita nominal do setor alagoano, março apresentou um crescimento de 6,2%, na comparação com março de 2016. No trimestre, a receita nominal registra alta de 3,4% e de 0,7% em doze meses. Em todo o País, o volume de serviços prestados teve retração de 2,3% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE. O resultado foi o mais negativo de toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. ?O setor de serviços de certa forma acompanhou também a queda observada no setor industrial, que foi de 1,8% em março. O segmento sempre tende a acompanhar essa tendência do setor industrial?, justificou Roberto Saldanha, analista da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE. A taxa de fevereiro ante janeiro foi revisada de alta de 0,7% para avanço de 0,4%. O desempenho de janeiro ante dezembro de 2016 foi revisto de uma elevação de 0,2% para estabilidade (0,0%). Na comparação com março do ano anterior, houve redução de 5,0% em março deste ano, já descontado o efeito da inflação.