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Alagoas fecha 32,4 mil vagas de trabalho no ano

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Influenciado pelo desempenho do setor sucroalcooleiro, o Estado de Alagoas encerrou o primeiro quadrimestre do ano com a extinção de 32.489 vagas com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados ontem, pelo Ministério do Trabalho. Os números representam a diferença entre 25.638 admissões e os 58.127 desligamentos no período. Somente no mês de abril, foram eliminados no Estado 4.008 postos de trabalho com carteira assinada (a diferença entre as 5.885 contratações e as 9.893 demissões. O saldo do mês passado fez com que Alagoas tivesse o pior desempenho do País, seguido do Rio Grande do Sul, que eliminou 3.044 vagas formais, e Rio de Janeiro (-2.554 postos). Sozinha, a indústria de transformação alagoana ? que engloba o setor canavieiro ? foi responsável por 84,93% do total de postos eliminados no mês passado, com 3.404 vagas extintas. No acumulado do ano, o setor já eliminou 27.299 vagas com carteira assinada ? o equivalente a 84,02% dos 32,4 mil empregos formais no período. Em abril, ainda segundo dados do Caged, apenas a administração pública registrou variação positiva na criação de empregos em Alagoas, com quatro contratações. Depois da indústria de transformação, a agropecuária foi a que mais eliminou postos de trabalho no Estado: -235 vagas. Em seguida aparecem os setores de serviço (-194), Serviços Industriais de Utilidade Pública (SIUP), com a extinção de 78 postos de trabalho, e o comércio, que eliminou 74 vagas.

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