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TAXA DE DESEMPREGO EM ALAGOAS BATE RECORDE

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A taxa de desemprego avançou para 17,5% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O avanço ? que representa um aumento de 4,7 pontos percentuais nesta base de comparação ? é recorde no Estado. Segundo os dados do IBGE, a taxa saltou de 9,7% no primeiro trimestre de 2014 para os atuais 17,5%. Na comparação com o trimestre anterior, a taxa registrou aumento de 2,7 pontos percentuais, segundo a Pnad. De acordo com o levantamento do IBGE, o número de desempregados em Alagoas saltou de 164 mil no primeiro trimestre de 2016 para 218 mil nos três primeiros meses deste ano. No último trimestre do ano passado, esse número era de 187 mil. A população ocupada em Alagoas encolheu 8,1% na comparação entre o primeiro trimestre deste ano com o igual período do ano passado: saiu de 1,116 milhão de trabalhadores para 1,026 milhão ? uma diferença de 90 mil trabalhadores. Os dados do IBGE também mostram retração na renda média mensal do trabalhador alagoano, que recuou de R$ 1.370 no primeiro trimestre do ano passado para R$ 1.355 no mesmo período deste ano. No último trimestre de 2016, esse rendimento era de R$ 1.362. CAPITAL Em Maceió, ainda de acordo com a Pnad Contínua, o nível de desemprego avançou para 16,5% no primeiro trimestre, um aumento de 2,8 pontos percentuais em relação aos três primeiros meses do ano passado, e de 1,4 ponto na comparação com o trimestre anterior. Já o rendimento médio mensal do trabalhador da capital registrou retração de 3,6%, recuando de R$ 1.809 nos três primeiros meses de 2016 para R$ 1.789 no primeiro trimestre deste ano. A taxa de desemprego atingiu patamar recorde em 25 unidades da Federação no primeiro trimestre de 2017, segundo a Pnad Contínua, cuja série histórica foi iniciada em 2012 pelo IBGE. As únicas exceções foram Rondônia (8,0%) e Tocantins (12,6%), que tinham registrado taxas mais altas em 2016. A taxa mais elevada do primeiro trimestre foi verificada na Bahia, onde alcançou 18,6%. No entanto, houve forte deterioração também em estados de peso na pesquisa, como São Paulo (14,2%) e Rio de Janeiro (14,5%).

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