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Redes de hot�is se unem ao novo nicho

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São Paulo, SP ? Até grandes redes de hotéis entraram para a locação de imóveis de luxo. No ano passado, o Accor, um dos maiores grupos hoteleiros da Europa, investiu US$ 12,5 milhões no site de casas de luxo Oasis Collections, que pouco depois anunciou a fusão com duas empresas brasileiras do setor, a Sampa Housing, de hospedagem corporativa na capital paulista, e a Exclusive Realty Rentals, que atua em Trancoso, na Bahia. O grupo hoteleiro também adquiriu a Onefinestay ? a maior do setor, que administrava 2,6 mil casas e apartamentos ? por US$ 169 milhões. Este ano, o Airbnb deu o primeiro passo nessa direção, ao comprar a canadense Luxury Retreats, por US$ 300 milhões, e já está de olho em sites brasileiros. Segundo fontes do setor, a empresa estaria rondando a Mahnai, a maior nacional, que, por sua vez, está expandindo para o exterior desde que recebeu aporte de um investidor-anjo. Hoje, o Airbnb, o mais famoso dos sites de locação, tem 65 mil propriedades espalhadas pelo mundo, mas segue um conceito mais democrático. O cliente pode alugar, por exemplo, até um quarto dentro de um apartamento. ?Sempre foi possível locar até um castelo?, diz Amnon Armoni, coordenador do MBA de Gestão Estratégica de Negócios da Fundação Armando Álvares Penteado. ?Só que agora ficou mais fácil, basta entrar na web?. Antes, era necessário ter os contatos certos. ?O luxo sempre foi baseado no tripé tradição, exclusividade e qualidade. Agora há mais um item importante, a inovação?, diz o professor.

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