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Acordo de Paris pode salvar Alagoas

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O Brasil produz 27 bilhões de litros de álcool por ano. Ha dois anos, o País assinou um acordo em Paris se comprometendo a investir forte nas fontes de energia renováveis e aumentar a produção de álcool combustível para 50 bilhões de litros. Alagoas faz parte desse processo, e no momento em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se retira dessa meta mundial por energia limpa, o País poderia ter um papel protagonista importante. A ?salvação da lavoura? pode acontecer se o setor sucroenergético cumprir os tratados assinados na 21ª Conferência das Partes (COP21) da Conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas (UNFCCC), que ocorreu em Paris no período de 30 de novembro e 12 de dezembro de 2015, quando foi adotado um novo acordo com o objetivo central de fortalecer a resposta global à ameaça da mudança do clima e de reforçar a capacidade dos países para lidar com os impactos decorrentes dessas mudanças. O Acordo de Paris, aprovado por 195 países, tenta reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE) no contexto do desenvolvimento sustentável. O compromisso ocorre no sentido de manter o aumento da temperatura média global em bem menos de 2° C acima dos níveis pré-industriais e de envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-ndustriais. Para isso, é preciso investir mais em fontes energéticas não poluente. Ou seja, retomar, por exemplo o programa do álcool, torcem os usineiros alagoanos.

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