Economia
Sem arremates, bens do Grupo JL v�o a 2� leil�o
Depois que ninguém se interessou pelos bens dispostos pela Massa Falida da Usina Laginha Agroindustrial S/A, no leilão que se encerrou no início do mês, a empresa Superbid.net deu início à 2° praça. Até a próxima segunda-feira, 14, quem estiver interessado encontrará os bens com lances iniciais 60% abaixo dos valores de avaliação. Com isso, a sede do grupo, localizada no bairro de Jacarecica, que começou a ser ofertada por R$ 15 milhões, agora tem lance inicial de R$ 9,5 milhões. A queda dos valores vale para os demais bens, como o apartamento na Rua Cláudio Ramos, n° 331, na Ponta Verde que caiu de R$ 650 mil para R$ 390 mil, a sala comercial no Avenue Center, que era oferecida por R$ 145 mil, agora tem valor de R$ 87 mil e o avião BEM-820C Carajá, ano 1985 que valia R$ 340,5 mil e agora pode ser arrematado por R$ 204 mil. De propriedade do Grupo João Lyra, a empresa que chegou a ser uma das mais destacadas no Estado e fora dele. Começou o processo de queda financeira em 2008, quando pediu recuperação judicial. Sem sucesso, a falência foi decretada em 2012 pela Justiça. Entre os maiores interessados na negociação estão credores e milhares de trabalhadores do Grupo JL, com ações transitadas em julgado à espera do pagamento dos créditos. Atualmente, os processo da massa falida da Laginha têm a condução dos magistrados Leandro de Castro Folly, Philipe Melo Alcântara Falcão e José Eduardo Nobre Carlos.