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Economia

Elevada demanda justificaria falta de insumos básicos

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O secretário de estado da saúde, Christian Teixeira, falou nessa sexta à Rádio Gazeta sobre a falta de medicamentos, de insumos e superlotação, que são alguns dos problemas enfrentados por quem precisa de atendimento no HGE (Hospital Geral do Estado). Entre outros pontos elencados pelo secretário, ele alegou que o hospital está nestas condições por ser muito procurado pelos alagoanos pelo fato de saberem que o hospital ?resolve vários problemas?. Mesmo assim, o secretário afirmou que alguns atendimentos que são solucionados pela unidade não deveriam ser tratados lá, e que por isso também, o hospital está superlotado. Recentemente, Christian teixeira transferiu seu gabinete para a unidade hospitalar, segundo ele, no intuito de dar mais celeridade aos processos e acompanhar de perto a situação, que, mesmo assim, continua a mesma. Outro fator que o secretário abordou na entrevista foi o fato de que ex-gestores administraram mal a saúde no estado, levando-a ao atual patamar, que só agora começa a ser resolvido, segundo ele. ?Saúde é mais gestão do que falta de recursos?, classificou Christian, que é advogado com experiência em administração pública. O secretário afirma ainda que a construção de novos hospitais e outras medidas tomadas pela atual gestão mudarão o cenário da saúde no estado, e que deveriam ter sido postas em prática há muito tempo e não foram, em sua avaliação. Sobre a falta de medicamentos e insumos, o secretário pontuou que não há este problema no HGE. ?A grande demanda no HGE é que faz faltar medicamento. Ainda assim, quando isso acontece é um problema pontual?, declara. Christian disse que o hospital é abastecido diariamente e que a Secretaria está fazendo um planejamento de abastecimento para que nada falte. O secretário comentou ainda a denúncia de alguns funcionários sobre a indisponibilidade e data de validade das luvas utilizadas na unidade. Christian comentou que depende de processo licitatório e que não pode desvirtuar a legislação, que ele avalia como burocrática e ultrapassada. ?Os fins não podem desrespeitar os meios?, comentou o secretário sobre a necessidade de ter que esperar por processos licitatórios para abastecer o hospital. *Sob supervisão da editoria de Cidades

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