Economia
Discussão sobre cultivo do algodão encerra CBA
O 11º Congresso Brasileiro do Algodão foi encerrado na sexta-feira, em Maceió, com duas plenárias que trataram dos temas Melhores Práticas de Manejo (BMP) e Reflexões Sobre a Qualidade do Algodão, a partir das experiências do Brasil, da Austrália e dos Estados Unidos. As discussões contaram com a participação de especialistas dos três países, que apresentaram o resultado dos trabalhos realizados para promover o desenvolvimento da cotonicultura. Iniciado na última terça-feira, 29, o 11º CBA é uma realização da Associação Brasileira de Produtores de Algodão. As duas plenárias tiveram como moderador o analista econômico do Canal Rural, Miguel Daoud. Na primeira, os palestrantes foram o coordenador científico do 11º CBA, Eleusio Curvelo Freire, o especialista australiano em agricultura sustentável, Rick Kowitz, e o pesquisador de algodão norte- -americano da Texas A&M University, Gaylon Morgan. Todos abordaram as melhores práticas de manejos de algodoeiros em seus países. Brasil, Austrália e EUA seguem as mesmas tendências com relação às melhores práticas nas culturas. Todos adotam medidas de biossegurança, eficiência de insumos, qualidade da fibra, plantio direto, recursos humanos para segurança do trabalhador, sustentabilidade, manejo integrado de pragas, qualidade do solo e tecnologias inovadoras. O objetivo é ajudar o produtor a cultivar com responsabilidade e consciência em cada uma dessas abordagens. ?No Brasil, por exemplo, os cotonicultores estão ajudando a minimizar os males do efeito estufa com a adoção da técnica do plantio direto?, informou Eleusio Curvelo Freire, da Cotton Consultoria e coordenador científico do 11º CBA.