Economia
Estado estuda privatização de ativos que geram prejuízos
Nos bastidores políticos e econômicos circulam rumores de que o secretário da Fazenda, George Santoro, comanda uma equipe que estuda a privatização de alguns ativos que hoje representam prejuízos aos cofres públicos por conta da falta de habilidade na gestão pública desses setores. O secretário nega o projeto de privatização de ativos. No entanto, confirma que há um estudo em andamento com o objetivo de fazer parceria com a iniciativa privada. ?Privatizar é vender ativos. O que a gente quer é dar melhor uso de alguns ativos, e não vendê-los?. Santoro destacou que um desse ativos que poderá ser gerido com a iniciativa privada é o Centro de Convenções. ?Se a gente colocá-lo nas mãos de um grande operador internacional de turismo ou do próprio ramo, ele trará diversos eventos para o Estado e novos turistas. Nós não vamos dar nada de graça para ninguém?, assegurou. Com relação à privatização ou parceria público-privada com Trapichão, afirmou que não passa pela cabeça do governo projetos dessas naturezas porque envolve transações mais complexas. ?A gente deve começar com operações mais simples, mais fáceis. O Trapichão é outra discussão e mais difícil?. O Esgotamento Sanitário é outro setor que está na mira para parceria público-privada. Tanto que o próprio secretário confirmou que o Estado contratou o BNDES para fazer um levantamento geral das viabilidades. A ideia é entregar diversos produtos para os municípios. ?Vamos entregar o Plano de Saneamento Municipal feito. Teremos um levantamento de engenharia de esgoto e água que nunca foi feito em todo o Estado, com um plano interligado de como melhorar os dois setores. O governador tem o objetivo de sanear 100% do Estado?.