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Taxa de desemprego aumenta para 11,6%

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Rio - A taxa brasileira de desemprego cresceu de 11,2% em janeiro para 11,6% em fevereiro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O número de desocupados cresceu 4,1%. A Pesquisa Mensal de Emprego estimou que 2,4 milhões estavam desocupadas nas seis maiores regiões metropolitanas do país. Segundo o IBGE, o aumento do desemprego é sazonal. Prova disso seria o fato de que o nível registrado em fevereiro é inferior ao do mesmo mês do ano passado (12,5%). A pesquisa mostra ainda que a taxa de desocupação em fevereiro ficou praticamente estável para os homens (9,4% para 9,5%) e cresceu para as mulheres (13,5% para 14,2%). O desemprego cresceu em cinco das seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE. O maior aumento ocorreu em Porto Alegre: de 7,9% em janeiro para 8,6% em fevereiro. Nas demais regiões, a taxa atingiu 15% em Salvador, 13,6% em São Paulo, 12,1% em Recife, 10,1% em Belo Horizonte e 8,6% no Rio de Janeiro. Salvador, com taxa de 15,2% em janeiro, foi a única região metropolitana onde não houve crescimento. Categorias O crescimento do número de empregados com carteira de trabalho assinada (1,1%), de trabalhadores por conta própria (0,8%) e de empregadores (0,8%) foi praticamente anulado pela queda do número de empregados sem carteira de trabalho assinada (-2,1%). Considerando os grupamentos de atividade, dentre aqueles que apresentaram variações positivas destacaram-se os serviços domésticos (3%) e o formado pelo comércio, reparação de veículos automotores, objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (1,3%). A queda mais expressiva ocorreu no grupamento de outras atividades (-15,8%), seguida da indústria extrativa de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (-2,5%). Rendimento O rendimento médio real habitualmente recebido pelas pessoas ocupadas em fevereiro, nas seis regiões (R$ 849,50), manteve-se constante em relação ao mês anterior. O crescimento verificado para os empregados com e sem carteira de trabalho assinada (1,3% e 0,9%, respectivamente) foi anulado pelo declínio no rendimento dos trabalhadores por conta própria (-4,9%). Regionalmente, verificou-se crescimento do rendimento no Rio de Janeiro (6,5%), Recife (4,1%) e Porto Alegre (0,7%) e queda em Salvador (-7,6%), São Paulo (-2,2%) e Belo Horizonte (-1,6%).

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