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Endividamento das famílias vai a 41,6%

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Brasília, DF ? O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro passou de 41,5% em julho para 41,6% em agosto, informou, nessa sexta-feira, 27, o Banco Central (BC), no dia da divulgação da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito. Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento seguiu em 23,1% no período. O cálculo do BC leva em conta o total das dívidas dividido pela renda no período de 12 meses. Além disso, incorpora os dados da Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar (Pnad) contínua e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), ambas do IBGE. Segundo o BC, o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) seguiu em 20,8% de julho para agosto. Descontados os empréstimos imobiliários, o comprometimento da renda permaneceu em 18,2% no período. CRÉDITO O estoque total de operações de crédito do sistema financeiro ficou estável em setembro ante agosto, em R$ 3,047 trilhões, informou o BC. Em 12 meses, houve baixa de 2,0% e, no acumulado deste ano, queda de 1,9%. Houve aumento de 0,2% no estoque para pessoas físicas em setembro ante agosto e queda de 0,4% para pessoas jurídicas. De acordo com o BC, o estoque de crédito livre subiu 0,2% em setembro, caiu 1,7% no acumulado do ano e recuou 1,1% em 12 meses. No caso do direcionado, o estoque cedeu 0,3% em setembro, caiu 2,1% no ano e teve baixa de 2,9% em 12 meses. No crédito livre, houve queda de 0,1% no saldo para pessoas físicas no mês passado. Para as empresas, o estoque subiu 0,5% no período. O BC informou ainda que o total de operações de crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) passou de 47,1% em agosto para 47,0% em setembro.

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