loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Economia

Ocupação do bairro deverá vir em ‘ondas’, defende urbanista

Ouvir
Compartilhar

O arquiteto e urbanista Roberto Costa Farias lembra que em meados de 1990, a municipalidade promoveu um projeto de revitalização, criando condições e fluxos para que se restaurassem ruas, becos, logradouros, sobrados e casario. ?Os prédios da Associação Comercial, do Misa, entre outros, foram restaurados. Boates e casas noturnas foram abertas, assim como faculdades privadas e agências de bancos. Entretanto, não houve a promoção da ocupação por parte de moradores, verdadeiros ocupantes e vigilantes dos bairros, e esta fase declinou. É conveniente lembrar que o bairro possui poucos proprietários de muitos imóveis?, conta. Questionado, na avaliação dele, sobre o porquê de tantas vezes ser anunciada a revitalização e nunca ter dado certo, o arquiteto afirma que Jaraguá ?nunca saiu da pauta dos maceioenses, levando a crer que a ocupação mantendo tradição e inovação deverá vir em ondas?. ?Sucessivas ondas. A Casa do Patrimônio do IPHAN, foi, sem dúvidas, uma ocupação pertinente. Embora segundo se informa, o tombamento é nas esferas municipal e estadual, o processo de tombamento de parte do Jaraguá, rua Sá e Albuquerque e adjacências, tramita em Brasília, ainda sem prazo, o que torna o bairro vulnerável a investida de atividades predatórias?, explica. E acrescenta: ?o bairro é sede da Prefeitura atual, do Museu da Imagem e do Som, da Associação Comercial de Maceió, do Arquivo Público e do Centro de Convenções, onde nosso plano diretor prevê a construção de hotéis que ainda não foram iniciados. Creio que a questão principal é a pactuação entre a municipalidade, os proprietários e usufrutuários?.

Relacionadas