Economia
Culinária peruana em Alagoas passa longe da crise econômica
A culinária ? pelo menos a peruana ? não sofreu com a crise econômica. A clientela do Wanchako, por exemplo, que recebe consumidores locais, nacionais e internacionais, não diminuiu o consumo, ao ponto de provocar alterações em valores e na produção do restaurante. Mas nem tudo foram flores. Segundo o proprietário José Luiz Risco, o ano de 2016 e uma parte de 2017 foram de muitos desafios. Ele conta que o primeiro deles envolveu algumas dispensas de funcionários, que, posteriormente, resultaram em ações trabalhistas que provocaram gastos não esperados. ?Foi doloroso porque também sofremos com fornecedores, mas felizmente hoje está tudo resolvido?, ressalta. ?Apesar disso, conseguimos manter a qualidade de atendimento no salão e ampliamos a qualidade?, completou José Luiz. Isso continuou, também, porque segundo ele o ?boca a boca?, seu principal marketing, continuou forte e os clientes se mantiveram fieis. Incluem-se aí artistas, empresários, políticos e turistas de todos os cantos do mundo. A volta por cima veio com a abertura de um extensão do Wanchako no Hotel Jatiúca, que está completando três anos, e também com a assinatura de um cardápio com o New Hakata.