Economia
Juceal atribui fechamento à desburocratização no Estado
O presidente da Junta Comercial de Alagoas (Juceal), Carlos Alberto Barros de Araújo, afirma que tem de se analisar esses números de forma mais ampla, observando que eles têm a influência da evolução do registro empresarial, e que atualmente é muito mais fácil abrir e fechar uma empresa em comparação às burocracias do passado. ?Outro ponto, o que eu considero mais importante até, é o decreto estadual de nº 44.971 de 2015, que retirou a obrigatoriedade das certidões negativas para extinção das empresas, permitindo o fechamento de antigos e inativos empreendimentos, o que chamo de demanda reprimida, e facilitando a vida de empresários que queriam prosseguir com a baixa de seus negócios?, avalia. De acordo com o decreto citado pelo presidente da Juceal, se a empresa tiver alguma dívida, ela vai para o CPF dos sócios, mas o negócio pode ser baixado, as atividades podem ser encerradas. Carlos Alberto Barros de Araújo credita a este fator a maior influência nesses números do registro da Juceal. * Sob supervisão da editoria de Economia