Economia
Batalhão ambiental flagra pesca irregular com frequência
As inspeções pelos militares são feitas em situações pontuais, a exemplo de alguma denúncia emergencial que surgir. O batalhão flagra, corriqueiramente, pesca irregular com a malha não permitida e em locais não autorizados, principalmente na saída do rio para a lagoa e no cerco de mangue. Além disso, observa que com frequência há construções inadequadas e desmatamento da mata ciliar. De acordo com o subtenente Luciano Brandão Santos, que chefia a equipe do pelotão aquático do BPA, entre as práticas ilegais na lagoa de Jequiá estão a pesca de mergulho e o cerco de rio (os pescadores fecham o rio para navegação com redes e quando a maré baixa fica mais fácil a captura dos peixes). O militar também cita que é comum encontrar pescadores sem a documentação mínima exigida para a atividade na lagoa. Até os pescadores amadores (artesanais) precisam ter o registro. IMA COLABORA Já o gerente de Fauna, Flora e Unidades de Conservação do IMA/AL, Epitácio Correia, esclareceu que por estar totalmente inserida dentro de uma unidade de conservação federal, a Resex da Lagoa de Jequiá é gerida pelo ICMBio, mas isso não impede que o órgão de meio ambiente estadual, sempre que solicitado, participe das ações conjuntas. Ele revelou que, no ano passado, nenhum trabalho conjunto foi feito com a participação do IMA naquela área. ?É importante deixar claro também que o IMA/AL faz parte do Conselho Gestor da Lagoa de Jequiá, então nossos técnicos sempre estão nas reuniões e participando das discussões e encaminhamentos?, destacou.