Economia
Residencial não dispõe de estrutura de serviços
A vendedora de cosméticos Josenilda da Silva também revela viver os mesmos problemas de falta de estrutura no imóvel. ?No meu [apartamento] a água vem é de cima. Tem uma infiltração no banheiro. Já reclamei e estou no aguardo. A água do banheiro de cima infiltra no meu?, detalhou a mulher que chegou a pagar R$ 250, quando morou de aluguel em outra unidade do programa no Residencial Aprígio Vilela. Ela e os demais moradores já acionaram a empresa. Diariamente elas fazem fila no escritório da construtora Telessil, responsável pelas obras e que garante ter contratado uma terceirizada para sanar os problemas. Com tudo isso, um homem que ouvia o desabafo dos moradores saiu em defesa do prefeito Rui Palmeira (PSDB), e lembrou: ?O prefeito disse que estava nos trazendo para cá para evitar que ficássemos expostos às chuvas, onde morávamos. Para mim, o que tem aqui nem se compara com o que vivi. Espero sem problema e sem reclamar?, falou sem se identificar, criticando quem apontou defeitos. ENTORNO Mas, por todos os lados da obra, questões desde a convivência em condomínio, até a falta de iluminação nas áreas comuns entre os prédios chamam a a atenção. As lâmpadas e os postes estão lá, só que não ascendem. As contas de energia e água não chegam. Os Correios também não entregam nenhum tipo de conta ou fatura. A reportagem descobriu, por meio de contato com a assessoria, que até o momento a Prefeitura Municipal de Maceió ainda não encaminhou os cadastros com nome e endereço das ruas, blocos e quadras. Na prática, para a empresa, o conjunto não existe. Até o momento, quem precisa pagar contas se dirige ao conjunto Eustáquio Gomes.