Economia
Bens e consumos duráveis são responsáveis por alta, diz IBGE
Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para o primeiro bimestre do ano mostrou maior dinamismo para Bens de Consumo Duráveis, com expansão de 17,9%, e Bens de Capital: 12,6%. No caso dos Bens de Consumo Duráveis, o impulso, em grande parte, veio da ampliação na fabricação de automóveis (14,4%) e de 26,5% na de eletrodomésticos. No caso de Bens de Capital, a influência ficou por conta de equipamentos de transporte, com expansão de 22,7%, para construção (65,7%) e de uso misto (24,7%). Os setores de Bens Intermediários (2,9%) e de Bens de Consumo Semi e Não Duráveis (2,2%) também acumularam taxas positivas no ano, embora abaixo da média nacional de 4,3%. ATIVIDADES Entre as atividades, o item veículos automotores, reboques e carrocerias, com crescimento de 21,7%, exerceu a maior influência positiva sobre a indústria, seguido por equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (30,4%), metalurgia (9,2%) e produtos alimentícios (3,6%), entre outros.