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Sindicalista prevê problemas em Fundo

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Maceió aportou cerca de 2 mil servidores para Fundo Previdenciário através da segregação em massa, informa Izac Jacson. Para Izac Jacson, nem a solução encontrada por regimes adotados no Estado e em Maceió é uma solução, conforme o que atestou dos chamados Fundos Financeiros. Estes, por sua vez, não têm dinheiro e dependem de aporte financeiro para cobrir suas despesas. ?No caso do Estado, todo mês o Fundo Financeiro registra deficit. O Estado, por meio do Tesouro, faz um aporte financeiro para pagar a folha dos aposentados?, destacou o sindicalista. Quanto ao Fundo Previdenciário, que inclui os servidores a partir de 2003, é uma referência para a capital e o Estado. Entretanto, segundo Izac, também irá caminhar para problemas de gestão. ?Maceió já pegou quase 2 mil servidores públicos do Fundo Financeiro falido e aportou para o novo, por meio da chamada segregação de massa, porque tem hoje saldo superior a R$200 milhões. Mas, já criou um deficit acima de R$ 40 milhões/ano. Ou seja, em vez do fundo gerar um fator crescente, gera um decrescente. Uma prática absurda e que já foi denunciada ao Ministério Público, que por sua vez passou para o Tribunal de Justiça?, acrescentou Izac. Ele lembra que o Estado também fez a segregação de massa que absorveu os trabalhadores do Ministério Público, Assembleia Legislativa e Tribunal de Contas. De acordo com sua análise, esses três entes nunca repassaram valores descontados.

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