loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Economia

Abertura de lojas cai 9,73% em AL

Ouvir
Compartilhar

O número de lojas abertas no comércio alagoano registrou queda de 9,73% nos primeiros quatro meses deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados da Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal), de janeiro a maio do ano passado, surgiram 1048 novas empresas ? entre pequenas e médias ? no comércio estadual. Já neste ano, no mesmo período, o número de novas lojas caiu para 946, uma diferença de 102. Apesar da diminuição na quantidade de novos empreendimentos no comércio estadual, a expectativa é de recuperação e crescimento no setor. ?O Comércio está se recuperando. Afinal de contas, nos últimos doze meses até abril, o comércio cresceu 6,5% e o setor de serviços voltou a crescer em abril e maio deste ano?, informou Felippe Rocha, economista da Federação do Comércio do Estado de Alagoas (Fecomércio). Com 278 novas lojas, o mês de março de 2017 foi o que mais aqueceu a economia estadual naquele ano. Porém, o mesmo mês deste ano não obteve números expressivos. Foram apenas 181 novos empreendimentos no comércio varejista alagoano. O único salto que desequilibrou a pesquisa foi em maio, quando o número bateu 246 novos negócios em 2017, contra apenas 209 em 2018. Em contrapartida, em 2018, o número de empreendedores que tiveram seus negócios frustrados, quebrados, foi menor que o de 2017. Ano passado foram 755 empreendimentos fechados, só que nesta temporada o número caiu para 730, número significativo que mostra a resistência contra a crise econômica brasileira. O comércio de Alagoas respira com a ajuda dos empreendedores que analisam bastante antes de instalar o seu negócio e conseguiram se equilibrar em meio às dificuldades. ?Os encerramentos são um fato natural, os empresários pequenos e micros que analisam mal o mercado e as praças onde vão se instalar, acabam fechando. Aqueles que se instalam em locais melhores e precificam bem seus produtos acabam se mantendo?, pontuou o economista. * Sob supervisão da editoria de Economia.

Relacionadas