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Emprego na era Renan Filho tem retração de 248%, segundo IBGE

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Autodenominado incentivador de benefícios fiscais que têm como um dos objetivos gerar emprego em Alagoas, o primeiro governo de Renan Filho (MDB) foi marcado pelo fechamento de 24.800 postos de trabalho com carteira assinada, segundo levantamento feito pela Gazeta de Alagoas junto ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. O volume corresponde a uma retração de 248% em relação ao último governo de Teotonio Vilela Filho (PSDB), que criou 16.761 vagas formais de trabalho entre 2011 e 2014. Em seus quatro anos de governo, Renan Filho não conseguiu fechar nenhum deles com saldo positivo de emprego. Segundo o Caged, em 2015 ? primeiro ano de Renan Filho como governador ? o estado fechou 4.703 postos de trabalho com carteira assinada. A retração foi ainda maior no ano seguinte, com a extinção de 11.765 vagas formais de trabalho. Em 2017, Alagoas seguiu eliminando vagas formais, com 8.255 empregos a menos. No ano passado, a retração foi menos acentuada, com a extinção de apenas 157 vagas com carteira assinada. Mesmo assim, Alagoas seguiu na contramão do País da geração de emprego, junto com Mato Grosso do Sul, que registrou a maior queda de empregos em 2018, com a eliminação de 3,1 mil vagas, Acre (-961) e Roraima (-397). Em todo o País, segundo os dados do Caged divulgados na quarta-feira (23), foram criados 529,5 mil empregos formais. São Paulo foi o estado que mais gerou empregos (146,6 mil), seguido por Minas Gerais (81,9 mil) e Santa Catarina (41,7 mil).

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