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Número de desocupados na era Renan Filho cresce 40%, diz IBGE

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Em quatro anos ? medidos entre 2015 e 2018 ?, o número de desocupados em Alagoas saltou de 142 mil para 200 mil pessoas, um aumento de 40%, segundo o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nessa sexta-feira, 22. Considerando apenas o ano passado, a taxa de desocupação em Alagoas avançou de 16,7% para 17% na passagem de 2017 para 2018, de acordo com o IBGE. Trata-se da segunda maior taxa do País, atrás apenas do Amapá, que registrou o maior índice entre as 27 unidades da Federação, com 20,2%. Alagoas foi um dos nove estados brasileiros que registraram avanço no número de desocupados. Em todo o País, ainda conforme o IBGE, o desemprego, medido pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), caiu em 18 das 27 unidades da federação de 2017 para 2018. Segundo o IBGE, Alagoas também registrou a maior taxa do País de pessoas desalentadas (aquelas que desistiram de procurar emprego) no ano passado, com 16,4%. Os dados do IBGE mostram ainda que, no quarto trimestre do ano passado, 223 mil alagoanos se encontravam nessa situação. O Maranhão aparece em segundo lugar com 15,7%. Em contrapartida, Santa Catarina registrou a menor taxa de pessoas desalentadas do País, com 0,8%, seguido do Rio de Janeiro ? que passa por uma crise econômica ? com 1,1%. QUARTO TRIMESTRE No quarto trimestre, a taxa de desocupação em Alagoas recuou para 15,9%, em relação ao trimestre anterior, quando o índice tinha atingido 17,1% ? uma diferença de 1,2 ponto percentual. Apesar disso, foi a terceira maior taxa do País, atrás apenas do Amapá (19,6%) e Bahia (17,4%). O IBGE diz que, no quarto trimestre de 2018, haviam em Alagoas 190 mil trabalhadores desocupados. O órgão também ressalta que no universo de 1,006 milhão de trabalhadores ocupados no Estado no quarto trimestre do ano passado, 25,5% trabalhavam por conta própria ? o que representa um universo de 256 mil trabalhadores. Nesse segmento, os maiores percentuais de trabalhadores por conta própria foram do Pará (35,1%), Maranhão (33,2%) e Amazonas (34,0%), enquanto os menores ficaram com o Distrito Federal (20,4%), São Paulo (21,5%) e Santa Catarina (21,8%). Os dados da Pnad revelam também que do universo de trabalhadores ocupados em Alagoas no quarto trimestre do ano passado, 33,2% deles atuavam sem carteira assinada ? o que representa um universo de 145 mil trabalhadores. Segundo o IBGE, Alagoas também registrou a maior taxa do País na combinação da desocupação e da força de trabalho potencial, que abrange os desocupados e as pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho, ou que procuraram, mas não estavam disponíveis para trabalhar (força de trabalho potencial). Enquanto a taxa média nacional foi de 17,7% no quarto trimestre de 2018, a de Alagoas atingiu 30,7% ? ou seja: 413 mil trabalhadores.

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