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Fluxo internacional recua 79,75% em AL

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O fluxo de passageiros internacionais no Aeroporto Zumbi dos Palmares recuou 79,7% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados divulgados nessa sexta-feira, 12, pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), nos três primeiros meses deste ano passaram pelo aeroporto alagoano 1,7 mil passageiros estrangeiros. No mesmo período do ano passado, o Zumbi dos Palmares tinha recebido 8,2 mil pessoas. Segundo os dados da Infraero, o número de embarque e desembarque doméstico saltou de 549,7 mil passageiros no primeiro trimestre de 2018, para 569,1 mil pessoas nos três primeiros meses deste ano - um crescimento de 3,52%. De forma geral, o fluxo de passageiros no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares cresceu 2,53% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com igual período do ano passado. De acordo com o levantamento da Infraero, nos três primeiros meses deste ano, embarcaram e desembarcaram no Zumbi dos Palmares 610,08 mil passageiros, contra 595,05 mil registrados no primeiro trimestre de 2018. AERONAVES No primeiro trimestre deste ano, segundo os dados da Infraero, pousaram e decolaram no aeroporto Zumbi dos Palmares 4.796 aeronaves - sendo 40 voos internacionais. No mesmo período do ano passado, 4.804 aeronaves pousaram e decolaram no aeroporto - sendo 73 delas de voos internacionais. LEILÃO O Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares foi arrematado há um mês, pelo grupo espanhol Aena Desarollo Internacional, junto com outros cinco terminais que integravam o bloco Nordeste, o mais cobiçado no leilão realizado na B3, em São Paulo. Pelo bloco, o grupo desembolsou R$ 1,9 bilhão. Além do bloco Nordeste, foram leiloados outros sete aeroportos, num total de 12. O certame superou a outorga estipulada pelo governo de R$ 2,1 bilhões. No total, os lances pelos três blocos somaram R$ 2,377 bilhões. Os terminais estão localizados nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, e, juntos, recebem 19,6 milhões de passageiros por ano, o que equivale a 9,5% do mercado nacional de aviação. O investimento previsto para os três blocos é de R$ 3,5 bilhões, no período de 30 anos. O ágio médio, diferença entre o mínimo fixado pelo governo para pagamento inicial, e a soma dos lances vitoriosos, foi de 986%.

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