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Em queda livre, d�lar fecha cotado a R$ 2,915

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São Paulo - O dólar comercial fechou pela segunda vez seguida abaixo de R$ 3 com o retorno do Brasil ao mercado internacional de títulos de dívida. No encerramento dos negócios, a moeda norte-americana terminou vendida a R$ 2,915, com desvalorização de 1,58%. Foi a primeira vez que o país captou dinheiro no exterior desde abril do ano passado, ainda sob gestão de Armínio Fraga no Banco Central. Os recursos seguirão direto para as reservas internacionais do país após a liquidação financeira da operação. Também ontem a agência internacional de classificação de risco Standard & Poor´s retirou a perspectiva negativa para a avaliação dos títulos brasileiros. A perspectiva negativa foi colocada pela agência em agosto do ano passado devido às turbulências do cenário eleitoral na economia. O BC também conseguiu renovar mais 25,9% de uma dívida em contratos de swap cambial. A cotação mínima atingida pela moeda norte-americana foi R$ 2,905 e a máxima, R$ 2,946. Risco e dólar A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta acentuada pelo segundo pregão consecutivo. O Ibovespa fechou em alta de 1,73%, para 12.678 pontos, seu melhor nível desde o dia 31 de maio do ano passado, quando atingiu 12.861 pontos. O volume financeiro foi de R$ 905,5 milhões, bem acima da média diária do primeiro trimestre, de R$ 536,4 milhões. Neste mês, o índice acumula ganho de 12,46%. A um pregão do fim de abril, concorre para ser o melhor investimento do período. O risco Brasil registrou queda de 1,29% em relação ao encerramento de segunda-feira, com a parcela brasileira no índice EMBI+, do JP Morgan, aos 839 pontos além da remuneração paga pelos títulos do Tesouro dos Estados Unidos.

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