Economia
AL tem o segundo maior número de trabalhadores desalentados
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17/08/2019 às 0h00
O soldador industrial Alisson Pereira, de 32 anos, ficou desempregado em 2016 quando a serralharia em que ele trabalhava, no Tabuleiro, encerrou as atividades. Casado e pai de dois filhos, o trabalhador nem sequer teve tempo para absorver a notícia da demissão. Aprontou um currículo, entregou em lugares que ele considerava estratégicos e ficou esperando o chamado de algum deles. Passaram-se dois, três, seis meses e nada. Nesse meio tempo, para não ficar sem renda, ele trabalhou informalmente na feira do bairro, vendendo brigadeiros que sua mulher fazia para complementar a renda. Mais de dois anos depois, sem expectativa, Alisson desistiu de procurar emprego em sua área.