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APL tenta revigorar economia da região

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Nesta semana, prefeitos dos onze municípios alagoanos banhados pelo Rio São Francisco e mais Água Branca ou secretários e técnicos das pastas que se relacionem ao turismo deverão participar de uma oficina na cidade de Piranhas. O encontro é para tratar dos detalhes da implantação do Arranjo Produtivo Local (APL) Caminhos do São Francisco, que, na prática, consiste na proposta de transformar passeios pelo rio, visitas a museus e sítios históricos dessas cidades ou o percurso por trilhas de aventura em suas zonas rurais, que incluem das dunas da foz às formações do Semi-árido da região rio acima, em roteiros turísticos anunciados não somente para o público brasileiro, mas para turistas estrangeiros. ### Desafio é transformar local em destino Guardadas as devidas proporções, a importância estratégica do Rio São Francisco está para Alagoas assim como seu apelo enquanto destino de viagens está para as Cataratas ou Pantanal (ele mesmo tem um exemplo reduzido deste último), da mesma forma que seu patrimônio histórico estaria para o do interior do Sudeste e o cultural é tão vasto quanto o número de Estados por onde passa além de possuir sítios arqueológicos e roteiros de aventura. O desafio é transformar isso em destino turístico. Turismo tem de ser tratado com muita importância ao ser vendido porque o investimento maior é do turista, que paga primeiro para usufruir depois, explica Anna Cláudia de Farias Marques, coordenadora dos cursos de Gestão em Turismo e Gestão de Eventos. ### ABIH: conjuntura é favorável à região É preciso termos noção de que Penedo é uma jóia para o turismo de Alagoas, uma jóia que precisa de acabamento, implantando uma estrutura de hospedagem, restaurantes, bares e passeios, sejam saindo de Maceió ou de Penedo mesmo; enfim, com tudo o que o turista procura quando visita determinado destino, lembra a diretora executiva da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Tereza Bandeira. E acrescenta que a conjuntura é favorável, com o governo federal incentivando a descentralização, a interiorização dos empreendimentos turísticos. É com o mesmo objetivo que a proposta do arranjo produtivo é dar prioridade às pequenas e microempresas, de acordo com os organizadores, por sua capacidade de funcionar como capacitadora da mão-de-obra para a população com o perfil de padrão de renda e habilitação mais comuns à região. ///

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