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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Economia

Turbulência fez Bolsa desabar 12,3%

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A esperada aprovação do pacote de ajuda financeira do governo Bush não melhorou as perdas do mercado, e as Bolsas de Valores voltaram a sofrer perdas. Para a Bovespa, a desvalorização ficou em 3,53% na sexta-feira passada, o que fez com que acumulasse queda de 12,34% na semana. O dólar, que chegou a ser vendido na sexta a R$ 1,989, terminou as operações cotado a R$ 2,046, com apreciação de 1,14% diante do real. Na semana, a alta foi de 10,5%. Os mercados operaram com ânimo na última sexta, embalados pela expectativa de que o pacote seria finalmente aprovado. Porém, após a conclusão favorável das votações, o clima positivo se esvaneceu. ### Alagoana perde casa com crise nos EUA | SABRINA CRAIDE - Agência Brasil Nova York (EUA) Uma das vítimas da crise financeira que abalou a economia norte-americana é a alagoana Maria Cavalcanti, que mora nos Estados Unidos há 13 anos. Ela conta que financiou a compra de uma casa no estado de New Jersey, mas depois não conseguiu pagar e acabou perdendo o imóvel, com um prejuízo de US$ 150 mil. Eles dão para você uma hipoteca, mas quando você recebe os papéis, vem o dobro do que você tem que pagar, afirma. Ela também reclama que, na hora da compra, as condições não são bem explicadas. O contrato de compra da casa é muito grande, não dá para ler tudo. E eles chamam advogados americanos, que não explicam direito, e você assina aqui, assina ali, não sabe o que está acontecendo, diz. ### Governo precisa reduzir gastos | RICARDO LEOPOLDO - Agência Estado São Paulo, SP O ex-diretor do Banco Central e diretor-presidente do Ibmec São Paulo, Claudio Haddad, afirmou que a melhor estratégia do governo para fortalecer o País contra a crise financeira internacional é fazer com que a política fiscal colabore com a política monetária, especialmente com a redução dos gastos correntes. Para ele, o Ministério da Fazenda deveria cooperar com o BC, pois é importante reduzir a velocidade de expansão da demanda doméstica, tarefa que requer não adotar medidas adicionais para incrementar o crédito. Elevar o crédito seria contraproducente à política monetária, o que só fará com que o ajuste se torne pior lá na frente, comentou Haddad. Isso seria (o equivalente a) cometer o mesmo erro dos anos 1970, quando ocorreu uma crise internacional e o Brasil colocou o pé no acelerador. ///

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