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Indústria recua em todos os setores

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Rio de Janeiro e São Paulo A crise financeira internacional já bateu na indústria brasileira: a produção do setor caiu 1,7% de setembro para outubro, na taxa livre de influências sazonais. É a maior queda desde novembro de 2007 (-2,1%), e o resultado mais do que devolve a expansão de 1,5% registrada em setembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ante outubro de 2007, a indústria perdeu fôlego e cresceu apenas 0,8%, a mais modesta taxa desde dezembro de 2006 (0,3%). Em setembro, a expansão havia sido de 9,7%. A freada da indústria já sinaliza uma contração do PIB no último trimestre do ano. Diante da expectativa de uma nova retração na produção em novembro (de 2%), a LCA prevê uma queda de 0,5% do PIB no quarto trimestre na comparação com o terceiro. ### Impacto maior será em 2009 | FOLHAPRESS Brasília, DF O ministro Miguel Jorge (Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior) disse que a desaceleração na indústria já era esperada e que, apesar de já ter reflexos no Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, o impacto maior será em 2009. O impacto maior será no ano que vem, disse o ministro, ao chegar à reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). De acordo com dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção industrial caiu 1,7% em outubro. Para o ministro, o mundo inteiro passa por um processo de acomodação em decorrência da crise financeira internacional. ### Autopeças deve cortar 8.200 vagas | CLAUDIA ROLLI - Folhapress São Paulo, SP O setor de autopeças prevê cortar 8.200 mil postos de trabalho até o fim deste ano e chegar a dezembro empregando 223,7 mil trabalhadores. Em setembro, o número de funcionários chegou a 231,9 mil, mês em que foi registrado o maior nível de emprego no setor. As demissões foram apontadas em sondagem com 95 empresas associadas ao Sindipeças (sindicato que reúne a indústria nacional de componentes para veículos), responsáveis por 41% do faturamento do setor, e refletem o impacto da crise financeira mundial. Com a queda de encomendas das montadoras para as autopeças e a redução das exportações, o setor já revê os planos de contratações, faturamento e investimentos previstos. /// Ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que queda na produção já era esperada. Foto: Antônio Cruz - AB

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