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Economia

PIB deve complicar política monetária

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São Paulo, SP Após a divulgação, semana passada, do crescimento de 6,8% do Produto Interno Bruto (PIB) no 3º trimestre de 2008 ante igual trimestre do ano passado o sócio-diretor da MCM Consultores e ex-diretor do Banco Central, José Júlio Senna, afirmou que o índice dá a dimensão de quão aquecida a economia brasileira estava. Esse resultado é uma fonte de complicação para os formuladores de política monetária. Os dados mostram uma economia aquecida, mas o quadro atual foi alterado. O vento mudou com uma velocidade espantosa. Os primeiros sinais da economia no 4º trimestre estão longe de corroborar o que houve no 3º trimestre. ### Fundos têm perdas de R$ 67,6 bi | DENYSE GODOY - Folhapress São Paulo, SP Os fundos de investimento tiveram em 2008 o pior ano da história: os saques superavam as captações em R$ 67,592 bilhões até o último dia 4. No entanto, segundo Marcelo Giufrida, presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), o resultado não é tão ruim pois essas perdas representam apenas cerca de 6% do patrimônio líquido total da indústria, de R$ 1,117 trilhão. Em 2002, quando os saques foram de aproximadamente R$ 63 bilhões, eles significavam 20% do patrimônio, disse. Em 2002, a indústria sofreu com o início da marcação a mercado. ### Setor de carnes perde mercado na Rússia | ALEXANDRE INACIO - Agência Estado São Paulo, SP A decisão do governo russo de aumentar as tarifas extracotas para as carnes brasileiras a partir de 1º de janeiro de 2009 deve atingir, principalmente, o setor de aves. A Rússia decidiu elevar de 60% para 95% a tarifa da carne de frango que exceder a cota estabelecida e reajustar também o valor mínimo da tarifa, aumentando de 480 para 800 euros. Pior do que o aumento da tarifa foi a decisão do governo daquele país de reduzir em 21,5% a cota de importação para 952 mil toneladas para o ano que vem. ///

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