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Economia

É um susto novo a cada semana

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O microempresário Marcos Lopes dos Santos, dono de pequeno restaurante no centro da capital, compra cinco quilos de farinha todos os dias, para satisfazer à voracidade da clientela, que paga R$ 8,50 pela refeição e capricha na adição do produto ao arroz, feijão e carne mais verduras. Pagava onze reais pelo pacote. Agora, pago dezesseis. Reduzi a margem de lucro para não perder a clientela, comentou. Ele dialogava com o comerciante Carlos Antônio da Silva, que lhe fornece farinha e feijão há alguns anos, quando a reportagem da Gazeta o questionou acerca da subida dos preços, na tarde da última quinta-feira. É um susto novo a cada semana. Faz meses que os preços não se mantêm estáveis. Estão sempre subindo, infelizmente, comentou, contando com a concordância do fornecedor. Os cinco quilos de feijão de que precisa para preparar e comercializar, em média, 120 refeições diárias, também não têm mais o preço de cinco meses atrás. Pagava quinze reais pelos cinco quilos. Agora, pago vinte e cinco, explica. Crente na possibilidade de redução - só não sei quando isso acontecerá, reforça - ele ousou acrescer em apenas 3,5% o valor da simples refeição, comercializada por R$ 8,50, pagos à vista.

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