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CNI reduz projeção do PIB e prevê alta dos juros este ano

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu suas projeções para o crescimento da economia brasileira e para o desempenho fiscal do setor público, ao mesmo tempo em que espera aumento maior da taxa de juros. A entidade prevê 2% de avanço do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. A estimativa anterior era de expansão de 3,2%. A projeção para o superavit primário das contas públicas foi revisada de 1,7% para 1,5% do PIB, abaixo da meta do governo que é economizar 2,3%. Para a taxa básica de juros, que está em 8% ao ano, a previsão é que esteja em 9,5% em dezembro. Para Flávio Castelo Branco, gerente executivo de Política Econômica da CNI, as medidas de estímulo anunciadas pelo governo federal foram insuficientes para destravar o crescimento da economia brasileira. Para ele, são necessárias mais políticas para redução de custos e celeridade nos projetos de infraestrutura. Essas medidas não tiveram potência suficiente para reverter esse quadro de dificuldade competitiva. É preciso mais intensidade ou mais celeridade, afirmou. Está difícil estimular o investimento, e a expansão do consumo não se sustenta em um horizonte mais longo. Para a confederação, um crescimento abaixo do esperado no início do ano e a piora nos fundamentos da economia, como mostram os números das contas públicas, das contas externas e da inflação, estão entre os motivos que levaram à revisão da projeção para o PIB. Na pesquisa Focus feita pelo BC com cerca de 100 economistas, a menor previsão é de 1,93% para 2013, com media de 2,4%. A projeção oficial do BC é de 2,7%. Se a expectativa da CNI se confirmar, o resultado ficará acima do verificado em 2012 (0,9%) e abaixo do crescimento do primeiro ano do governo Dilma, de 2,7% em 2011. A projeção para a expansão do PIB industrial também foi revisada para baixo, de 2,6% para 1,0%. ?

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