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Criação de empregos no País é a pior em 13 anos

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Brasília, DF A criação de empregos com carteira assinada registrou em setembro o pior resultado para o mês em todo o governo petista. O saldo líquido de empregos formais gerados em setembro foi de 123,7 mil, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Para meses de setembro, o resultado foi o mais baixo desde 2001, quando foram criados 80 mil postos de trabalho. Depois disso, a geração de emprego formal sempre superou a marca de 150 mil nos meses de setembro. De janeiro a setembro deste ano, a criação de empregos acumula um saldo de 904,9 mil vagas. Até o fim de 2014, o governo espera chegar a 1 milhão de vagas. Mesmo considerando que, em dezembro, o volume de demissões é alto e o resultado do mês derruba o saldo final do ano, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, afirmou que essa meta de criação de emprego será atingida tranquilamente. A previsão de geração de 1 milhão de empregos (em 2014) erra menos que Ibope e Datafolha, arriscou o ministro, em referência aos erros registrados em pesquisas eleitorais. O ministro evitou comparar o resultado de setembro com o mesmo mês de outros anos e disse que não há melhor ou pior. Confrontado com os dados, Dias apresentou uma previsão: Setembro será pior no ano que vem, se vocês compararem com o de 2014, disse.

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