Economia
Tesouro Direto sofre mudanças

Brasília, DF Para atrair novos investidores, o governo anunciou ontem uma série de mudanças no programa Tesouro Direto, que permite a compra de papéis da dívida por pessoas físicas em montantes a partir de R$ 30. A ideia é tornar o programa mais atraente, simples e acessível e corrigir antigas reclamações dos compradores, como a dificuldade de entender a sopa de letrinhas que denominava cada papel. Entre as novidades está a recompra diária de títulos pelo Tesouro Nacional, a mudança nos nomes dos títulos e a criação de um novo papel prefixado de longo prazo. Também aumentou o incentivo para corretoras oferecerem os papéis a seus clientes. O Tesouro Direto é um programa importante que diversifica a aplicação no sistema financeiro e facilita acesso a determinados investimentos, disse o secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive. A partir do dia 30 de março, o investidor que quiser se desfazer do título poderá revendê-lo ao Tesouro Nacional diariamente, o que dá mais liquidez aos papéis. Até agora, a recompra só ocorria uma vez por semana, às quartas-feiras.