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Setor privado fecha 708 mil empregos, diz IBGE

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Rio de Janeiro Considerada uma das conquistas sociais do país nos últimos anos, a formalização do mercado de trabalho sofreu um duro revés neste ano. Os empregos com carteira assinadas estão sendo cortados, e formas mais precárias de trabalho crescem. No trimestre encerrado em maio, 708 mil pessoas perderam status de trabalhadores formais, na comparação com o mesmo período do ano passado, uma redução de 1,9%. Os dados são da Pnad Contínua, pesquisa nacional sobre o mercado de trabalho divulgada ontem pelo IBGE. Com os cortes, o número de empregos com carteira ficou em 35,964 milhões no trimestre encerrado em maio deste ano, segundo os dados do IBGE, que tem abrangência nacional. Cimar Azeredo Pereira, coordenador de Emprego e Rendimento do IBGE, diz que esses trabalhadores têm uma rede de proteção, como seguro-desemprego e o saldo do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), mas com tempo determinado. Ele acrescenta que não foram apenas os empregos com carteira de trabalho assinada que encolheram. Também encolheu o número de empregos sem carteira assinada. Foi uma redução significativa. No fim, há uma perda de estabilidade desses trabalhadores, disse o coordenador no IBGE. O número de empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado encolheu em 310 mil, uma baixa de 3%. Por serem informais, esses trabalhadores não recebem seguro-desemprego.

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