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Arapiraca é a 8ª do País em criação de emprego

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O município de Arapiraca, localizado a 127 km de distância de Maceió, foi a oitava cidade do País que mais gerou emprego com carteira assinada este ano, segundo levantamento feito pelo UOL com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). De acordo com os números, o município alagoano gerou 2,82 mil postos formais de trabalho em 2015. Somente a empresa de call center AeC - instalada recentemente no município - gerou, sozinha, 1.200 vagas de emprego este ano. Ainda segundo o levantamento, Franca (SP), ocupa o primeiro lugar do ranking, com a criação de 5.026 postos de trabalho com carteira assinada. Em seguida aparecem Juazeiro (BA), com 4,26 mil, Pontal (SP), 4,21 mil, Bebedouro (SP), 3,51 mil, Petrolina (PE), 3,51 mil e Matão (SP), com 2,88 mil. Completam o ranking dos dez municípios que mais geraram emprego no País este ano Goianesia (GO), com 2,31 mil, e Nova Serrana (MG), com 2,16 mil. O ranking feito pelo UOL considerou apenas as cidades com mais de 30 mil habitantes, e considera como número de empregos gerados, o saldo entre o total de contratações e o número de demissões no período. A reportagem do portal UOL, feita com a colaboração do jornalista alagoano Carlos Madeiro, mostra também que, entre as 30 cidades maiores geradoras de emprego, 29 estão localizadas no interior, com exceção apenas da cidade de Goiânia, capital de Goiás. Juntas, essas 30 cidades geraram 63 mil novas vagas, num contraste com a realidade do país, que este ano perdeu 573 mil vagas de trabalho, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. A atividade que mais se destacou entre esses municípios foi a agropecuária (dominante em 12 cidades). Em seguida, vêm indústria (oito cidades), serviços (cinco), construção civil (quatro) e administração pública (uma cidade). CAGED Segundo os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregado (Caged) divulgados no fim do mês passado, Alagoas teve saldo positivo de 2.505 empregos com carteira assinada no mês de agosto. O volume representa uma expansão de 0,74% em relação ao mês anterior. O desempenho de agosto foi puxado pela indústria de transformação - cujas usinas têm a maior força - que começaram a contratar para o início da colheita. Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos primeiros oito meses do corrente ano, houve redução de 25.488 postos de trabalho celetistas, uma retração de 6,93% na comparação com o mesmo período do ano passado. Este resultado foi desfavorável no período devido, principalmente, à presença de fatores sazonais relacionados às atividades sucroalcooleiras, informa o ministério, em nota. ?

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