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Queda no consumo inibe retomada da atividade econômica do País

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Necessário diante da alta no desemprego e da queda na renda das famílias, o ajuste fiscal domiciliar acaba reforçando o processo de queda na atividade econômica. O consumo das famílias, antes motor da economia brasileira, deve ter registrado em 2015 o pior desempenho em 25 anos, arrastando consigo o comércio e a indústria. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que as vendas no varejo tenham recuado 4,1% no ano passado e que encolham outros 3,7% em 2016. Já a produção nacional de bens de consumo despencou 9,5% de janeiro a novembro de 2015. Só a fabricação de bens duráveis, que incluem automóveis e eletrodomésticos, foi cortada em 18,3%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). REPASSE Mesmo diante do encarecimento de insumos, fabricantes estão enfrentando dificuldades para repassar os aumentos de custos para os preços de seus produtos, sob o risco de perder a parte da demanda que sobrou. Segundo a CNC, a avaliação do consumidor sobre o momento para compra de bens duráveis permanece em pisos históricos. Tudo leva a crer que sim, a redução no consumo deve continuar, diz a economista Marianne Hanson, da CNC. O mês de janeiro já começou sofrível (para a produção de eletrodomésticos) em relação ao mesmo mês do ano passado, alerta o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula. A entidade reúne os maiores fabricantes de produtos eletrodomésticos e eletroeletrônicos do País.

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