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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Economia

Food truck fica menos gourmet

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São Paulo, SP A ideia de equipar um caminhão com uma cozinha de aço e entregar a chave para um chef conhecido no circuito gastronômico da cidade parecia promissora para os empresários Rafael Coutinho e Pedro Vilela. Há pouco mais de um ano, eles reservaram cerca de R$ 200 mil para iniciar o Co.Mo Cozinha Móvel. Planejaram um cardápio contemporâneo e estacionaram em pontos chiques da cidade, como em frente ao Shopping Iguatemi, na sofisticada região dos Jardins. Mas, apesar das previsões iniciais, o investimento não vingou. Em novembro do ano passado, exatamente um ano após o início das atividades, eles desligaram permanentemente o caminhão. Agora, tentam revender equipamentos para reduzir o prejuízo. O resultado não foi o planejado, afirma Vilela. É um mercado onde a demanda varia muito. Se um dia chove, a demanda vai a zero. E o meu produto também não estava adequado a esse mercado O caso dos dois empresários não é único. O food truck começou de maneira arrebatadora há dois anos e, agora, já se vê em um processo de reestruturação. A moda passou. E esse nosso negócio precisa se readaptar ao novo momento da economia, diz Rolando Vanucci, dono da rede Rolando Massinha. Precisamos também trabalhar para atrair um cliente que não vê mais novidade nenhuma em comer em pé, ao ar livre, uma comida que muitas vezes ele come sentado, dentro de um restaurante, diz Vanucci.

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