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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Padilha pressiona Congresso para acelerar reforma

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Brasília, DF O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, usou o perfil da pasta em uma rede social para defender, na sexta-feira, a reforma da Previdência, argumentando que os pagamentos das aposentadorias correm risco se não houver mudanças no atual modelo. Ele repetiu que as alterações em estudo pelo governo não irão retirar direitos adquiridos pelos contribuintes. A reforma da Previdência é indispensável para que o Brasil volte a ter confiança tanto no mercado interno quanto no mercado externo, disse Padilha no Facebook. O ministro citou que o deficit previdenciário foi de R$ 86 bilhões no ano passado, deve ficar em R$ 146 bilhões neste ano e pode chegar a um patamar entre R$ 180 bilhões e R$ 200 bilhões em 2017. Isso não pode continuar, sob pena de não conseguir mais pagar a aposentadoria. Então tem que mudar para preservar, porque se não mudar não vai haver mais a garantia do recebimento da aposentadoria, enfatizou. CRÍTICAS A reforma da Previdência tem sido muito criticada pelos movimentos sindicais, que não querem mudanças de regras para os contribuintes que já estão no mercado de trabalho. Segundo Padilha, no entanto, a proposta em estudo pelo governo preservará os direitos dos trabalhadores. Ninguém perderá nenhum direito adquirido. Não precisa correr para o posto do INSS, todo mundo que tem o seu direito será preservado, não perderá absolutamente nada, completou. Em outro vídeo na mesma página, Padilha disse que a renegociação das dívidas dos estados com a União dará fôlego para que os governos estaduais enfrentem suas dificuldades. Pelo acordo, os entes ganharam uma carência de seis meses e pagarão parcelas mensais com desconto pelos 18 meses seguintes.

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