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Milhas aéreas viram moeda de troca no País

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São Paulo, SP Assim como as companhias aéreas fortaleceram seus caixas com programas de milhas, os consumidores podem utilizar os mesmos benefícios como uma moeda de troca e terem alternativas na hora de programar os gastos. Pesquisa feita com os usuários da Max Milhas, startup que conecta donos de milhas aéreas aos que desejam adquirir passagens mais acessíveis, mostra que as pessoas têm pressa em utilizar as milhas. Dos usuários que colocam suas milhas para vender, 41% adquiriram o benefício há menos de três meses. Quando mexem com dinheiro, as pessoas não querem esperar, diz Max Oliveira, CEO da startup. A Smiles também flexibilizou o seu regulamento para facilitar trocas e o acúmulo de milhas. Ainda não é possível comercializar milhas dentro do programa, mas ele caminha para algo bem próximo disso. Vemos que existe essa demanda e estudamos alternativas, mas ainda é prematuro. Hoje já é possível transferir pontos dentro do próprio sistema, mesmo com pouco, e complementar milhas com dinheiro, explica Leonel Andrade, presidente da Smiles. A empresa teve 11,8 milhões de clientes no terceiro trimestre de 2016, representando um crescimento de 7,6% comparado ao mesmo período de 2015 e atribui os números a parcerias, como a feita com o Grupo Pão de Açúcar, onde os clientes podem trocar suas milhas por vale-compras nas lojas da rede. As pessoas precisam de caixa e a grande maioria ainda não viaja de avião. Com o tempo, as pessoas vão descobrindo o que fazer com aquilo, explica Reinaldo Domingos, da Associação Brasileira dos Educadores Financeiros. Ele acredita ainda que esse tipo de demanda pode crescer bastante, já que muitas pessoas ainda desconhecem os programas. Apenas 10% das pessoas usam os benefícios disponíveis.

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