loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Economia

AGÊNCIA ALTERA PERSPECTIVA DE RATING DO BRASIL

Ouvir
Compartilhar

São Paulo, SP A Moodys melhorou ontem a perspectiva do rating soberano do Brasil de negativa para estável, revertendo uma tendência de piora da avaliação do Brasil que vinha ocorrendo desde 2015, quando o País perdeu a classificação grau de investimento. A avaliação da agência é que as condições da economia brasileira estão se estabilizando, há sinais de recuperação após dois anos de forte recessão e o cenário fiscal está mais claro por causa das medidas do presidente Michel Temer. A decisão da Moodys de alterar a perspectiva do rating do Brasil para estável foi determinada, além da perspectiva de melhora da economia, por outros dois fatores: sinais de que o funcionamento do arcabouço de políticas no Brasil está melhorando, o que dá suporte à implementação do ajuste fiscal; o terceiro fator é que risco de passivos de entidades relacionadas ao governo, como a Petrobras, foi significativamente reduzido. Nos últimos seis meses, os riscos de deterioração do rating Ba2 do Brasil foram reduzidos e as condições macroeconômicas do País se estabilizaram, afirma o comunicado da Moodys. Um dos pontos positivos é que a inflação está caindo mais rápido que o esperado e converge para a meta do Banco Central. O surgimento no ano passado de um ambiente positivo para as reformas sinaliza a melhora do funcionamento das instituições que darão suporte à implementação da reforma fiscal e à aprovação da reforma da Previdência neste ano. Uma perspectiva mais benigna para o crescimento e a inflação sustenta nossa expectativa de estabilização macroeconômica de um modo geral. A Moodys prevê crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 0,5% e 1% neste ano e 1,5% em 2018. A agência vê risco de a expansão ficar na base das previsões, mas o PIB positivo marca o fim da forte recessão no País. Após 2018, esperamos que o crescimento estabilize-se entre 2% e 3%.

Relacionadas