loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
domingo, 02/08/2026 | Ano | Nº 6280
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Economia

País tem superávit de US$ 9,7 bilhões

Ouvir
Compartilhar

Folha Online A balança comercial brasileira já acumula superávit ? saldo positivo entre as exportações e as importações ? de US$ 9,712 bilhões no ano, até a segunda semana de abril, volume 44,7% superior ao de igual período de 2004. As exportações já totalizam US$ 27,416 bilhões no ano, um aumento de 27,6% em relação ao mesmo período de 2004. As importações apontam expansão de 19,8% e chegam a US$ 17,704 bilhões. Na segunda semana de abril (de 4 a 10), a balança registra superávit de US$ 1,1 bilhão, o maior resultado semanal do ano até agora, segundo dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento. Neste período, as exportações somaram US$ 2,377 bilhões e as importações, US$ 1,277 bilhões. O ingresso de divisas no país por meio das exportações têm colaborado fortemente com a queda do dólar. A moeda iniciou esta segunda-feira em queda de 0,34%, negociada a R$ 2,577, após 11 fechamentos consecutivos em baixa. Em 2004, a balança comercial registrou um superávit de US$ 33,696 bilhões, o que representa um crescimento de 35,9% em relação a 2003 (US$ 24,8 bilhões). É o maior saldo positivo da história do país e o segundo recorde anual consecutivo. Para este ano, o mercado financeiro prevê um superávit comercial de US$ 31 bilhões. Já a previsão do Banco Central é que a balança termine o ano com um saldo positivo de US$ 27 bilhões. Câmbio O superávit comercial de US$ 1,1 bilhão comprova que, mesmo com a valorização do real frente ao dólar, o desempenho das exportações continua satisfatório. Segundo o economista Roberto Padovani, da Tendências Consultoria, um dos fatores que explicam o desempenho positivo está relacionado a uma depreciação histórica do real em relação ao dolar, desde 1999. Ele admitiu que a valorização momentânea expulsa alguns setores, como os de calçados, têxteis e de alimentos industriais. Mas, na média, tem favorecido os produtos básicos e semimanufaturados. Segundo ele, isso acontece porque esses setores fecham contratos para a venda de produtos com muita antecedência.

Relacionadas