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Desemprego cresce 7,85% em Alagoas

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| PATRYCIA MONTEIRO Editora de Economia Alagoas é o único estado brasileiro cujo saldo entre admissões e demissões apresenta variação negativa nos últimos 12 meses. É o que informa o último levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Mercado Formal (Caged), do Ministério Trabalho e Emprego. De acordo com a pesquisa mensal, em um ano, o Estado registrou 98 mil admissões e 106 mil demissões, restando um saldo de cerca de 7 mil desempregado no mercado de trabalho local (ver tabela). Em Alagoas, houve um aumento de 3,47% no índice de desemprego nos últimos doze meses. Vale ressaltar, que a queda no número de carteiras assinadas só é verificada aqui. Em todos os outros estados do País houve um incremento na geração de postos de trabalho no mercado formal. março Como estava previsto, em março, o saldo entre admitidos e demitido no Estado voltou a ficar negativo. Graças a entressafra do setor sucroalcooleiro, o fenômeno se repete a cada ano. Só que, desta vez houve um agravante. Com a antecipação do fim da safra em um mês, o típico saldo negativo entre admitidos e demitidos ficou 7,85% maior do que o registrado em março de 2004. Entre admitidos e demitidos, 18 mil ficaram sem emprego. /// Cabus: Não temos varinha de condão No acumulado do ano, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Alagoas diminuiu o número de trabalhadores com carteira assinada em 13,58%. Cerca de 12,2 mil trabalhadores foram admitidos contra 45,5 mil demissões. Na opinião do secretário da Indústria e Comércio do Estado, o empresário Alberto Cabús, aos poucos o estado está vencendo a imagem negativa que tem no cenário nacional, conseguindo atrair novos investimentos. Apostamos que com a conclusão de obras estruturais como o aeroporto e o centro de convenções vamos incrementar a atividade turística do Estado, gerando novos empregos, afirma. Segundo Cabús, não se adquiri credibilidade no mercado da noite para o dia e que o empresariado ainda olha Alagoas com desconfiança Estamos trabalhando, mas não temos varinha de condão, diz. |PM

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