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Bancos anunciam queda das taxas de juros

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São Paulo - Os principais bancos de varejo do país começaram, ontem, a reduzir os juros cobrados dos clientes. O movimento ocorre após o corte da taxa Selic em meio ponto, para 26% ao ano, que foi definido na última quarta-feira pelo Copom. A queda das taxas para empresas e correntistas é pequena. A maioria fica abaixo de meio ponto percentual ao mês. Mas os bancos prometem novas reduções em caso de novos cortes da taxa Selic, usada em operações entre o Banco Central e as instituições financeiras. O primeiro a anunciar um alívio em suas taxas foi o Itaú, ainda na última quarta-feira. O Bradesco e o Unibanco também anunciaram, ontem, a redução dos juros. O Banco Itaú confirmou que a redução atingirá as taxas de juros de cheque especial, conta garantida para pessoas jurídicas e de desconto de duplicatas e de cheques. No caso do crédito pessoal, a redução dos juros ocorreu ontem. A taxa máxima de desconto de duplicatas e de cheques caiu de 4,50% para 4,30% ao mês. No cheque especial para pessoas físicas, a taxa máxima teve redução de 9,80% para 9,60% ao mês e a mínima de 6,90% para 6,80% ao mês. No crédito pessoal (crediário) a taxa máxima diminuiu de 6,95% para 6,60% ao mês e a mínima de 4,50% para 4,30% ao mês. Nas contas garantidas (pessoas jurídicas) a taxa máxima caiu de 8,50% para 8,30% ao mês. O Bradesco anunciou redução nas taxas de empréstimo pessoal e cheque especial. No crédito pessoal, os juros cobrados caíram de 6,30% para 6,00% ao ano, na taxa mínima. Para o cheque especial, baixou de 9,70% para 9,50% na taxa máxima, 6,58 pontos percentuais ao ano. Já o Unibanco anunciou ontem que a instituição irá cobrar taxas inferiores aos concorrentes Bradesco e Itaú a partir de segunda-feira (23). No caso do cheque especial, as taxas vão variar a partir de segunda-feira entre 2,3% e 9,3% ao mês; no desconto de cheques, entre 3,4% e 4,3% ao mês e, no crédito parcelado, entre 4,2% e 6,3% ao mês.

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