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Telefonia tem reajuste de 25% em Alagoas

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Edivaldo Junior A partir deste domingo, o alagoano vai pagar mais caro para falar no telefone fixo. O pulso da linha residencial ? correspondente a uma ligação de quatro minutos - que atualmente custa pouco mais de dez centavos, já com impostos incluídos, (R$ 0,10093) vai passar a custar mais de doze centavos (cerca de R$ 0,1252), com o reajuste de 25% autorizado ontem pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Esse é o mesmo percentual que vai incidir sobre o preço da assinatura residencial. Para as empresas, o impacto do reajuste será bem maior. Assinatura não residencial vai subir 41,75%. Com a diferenciação, o custo da assinatura mensal de uma linha fixa para pessoa jurídica vai passar a custar mais de R$ 40 a partir deste domingo. O Aumento começa a valer amanhã porque a operadora de telefonia fixa local, a Telemar, segundo informações que surgiram ontem nas agências de notícias, já teria cumprido as exigências da Anatel e publicou nos jornais as regras dos reajustes. Outras ligações Além do aumento na assinatura e no pulso, os usuários também vão pagar mais caro para fazer ligações de longa distância nacional (LDN) e internacional (LDI). As ligações intermunicipais e interestaduais vão subir 24,85% e as ligações entre países terão um reajuste menor, de 10,54% na modalidade. Como existem muitas promoções e custos diferenciados entre as diversas operados de longa distância, é recomendável que o usuário pesquise, antes de fazer as ligações, para encontrar a melhor tarifa para suas necessidades. O reajuste dado pela Anatel não poupou seque os usuários dos telefones públicos. O cartão telefônico terá uma aumento de quase 25%, já a partir deste domingo. MP pede informações à Anatel Brasília - O Ministério Público Federal pediu ontem informações à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre os critérios utilizados para adoção dos reajustes nas tarifas de telefonia fixa, mas descartou em princípio a existência de alguma ilegalidade nos aumentos praticados. A subprocuradora-geral da República Maria Caetana Cintra Santos disse que as informações da Anatel serão analisadas para verificar se há razões que justifiquem uma medida judicial contra as concessionárias. ?Elas podem ensejar uma ação civil pública, mas só se houver muitos fundamentos.? Coordenadora da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão - especializada em defesa do consumidor, ordem econômica e economia popular-, ela afirmou que aparentemente os aumentos estão de acordo com o critério de reajuste previsto nos contratos e com a periodicidade mínima de 12 meses, permitida.

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