loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Economia

D�lar fecha com pequena alta, cotado a R$ 2,987

Ouvir
Compartilhar

São Paulo - A tensa semana da aprovação da reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara terminou com o dólar abaixo dos R$ 3,00. Ontem, a moeda dos EUA oscilou bastante, alternando altas e baixas, mas encerrou os negócios estável (pequena alta de 0,06%), cotada a R$ 2,987. Na semana, acumulou baixa de 1,58%. No ano, já recuou 15,7%. No início do dia, o mercado recebeu, sem surpresa, o anúncio pelo Banco Central da redução do compulsório dos depósitos à vista dos bancos. Reduzir a obrigação dos bancos de recolher aos cofres do BC parte do dinheiro depositado pelos seus clientes era uma reivindicação dos banqueiros e empresários. Há o risco de os bancos usarem esse dinheiro liberado pelo BC (R$ 8,2 bilhões) para comprar dólares, em vez de direcioná-lo para o crédito ao setor produtivo. No entanto, rumores sobre uma possível melhora da nota do Brasil por uma agência de classificação de risco serviram para minimizar pressões sobre o câmbio. Nesta sexta, a moeda americana chegou a ser negociado pelo valor mínimo de R$ 2,968, uma queda de 0,56%. Mas houve registros de remessas de dólares para o exterior, o que contribuiu para os momentos de alta das cotações. Risco e bolsa A redução do compulsório sobre os depósitos à vista ajudou o Ibovespa a avançar 1,28%. O risco país recuou 4,03%, para 810 pontos, e o C-Bond subiu 1,09%, vendido a 87,063% do valor de face. Os contratos de juros futuros projetaram queda nas taxas. Na Bolsa paulista, o volume financeiro somou R$ 599 milhões. Em Nova York, o Índice Dow Jones subiu 0,71% e a Nasdaq caiu 0,49%. O mercado acionário espera que com a redução do compulsório, sejam injetados R$ 8,25 bilhões no sistema financeiro. Isso levaria à queda dos juros e aumentaria o lucro dessas instituições.

Relacionadas