loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
segunda-feira, 27/07/2026 | Ano | Nº 6275
Maceió, AL
26° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Desemprego

“VAGAS DE EMPREGO” É O 2º ASSUNTO MAIS PESQUISADO EM AL

Termo se destaca por estar fora dos que são ligados a esportes e entretenimento que dominam o ranking

Ouvir
Compartilhar
Imagem ilustrativa da imagem “VAGAS DE EMPREGO” É O 2º ASSUNTO MAIS PESQUISADO EM AL
-

Com a taxa de desemprego marcando 15,4% no terceiro trimestre em Alagoas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o segundo assunto mais pesquisado pelo alagoano em 2019 no Google foi “vagas de emprego”. O ranking de pesquisas foi divulgado, nesta quarta-feira (11), pela multinacional. O termo se destaca por estar fora dos que são ligados a esportes e entretenimento e que dominam o ranking. “Vagas de emprego” perdeu apenas para a tabela do Brasileirão. Os outros assuntos mais pesquisados em 2019 no estado foram Gugu, Copa América, Classificação Brasileirão Série A, Gabriel Diniz,Esportes,Thanos,Copa do Mundo de Futebol Feminino e Libertadores. A busca por vagas de emprego pelos alagoanos ocorre em um ano em que o IBGE revelou o avanço do desemprego em Alagoas que saltou de 14,6% para 15,4% na passagem do segundo para o terceiro trimestre deste ano - um aumento de 0,8 ponto percentual. Com isso, o terceiro trimestre deste ano encerrou com 186 mil alagoanos desempregados, um aumento de sete mil desocupados em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o terceiro trimestre de 2018, a taxa de desemprego recuou 1,7 ponto percentual. Além disso, Alagoas tem a segunda maior taxa de desalentados do País. Essa é uma parcela da população que, de tanto procurar emprego e não achar, desistiu de tentar trabalhar. De acordo com o IBGE, 239 mil alagoanos estavam nesta condição no terceiro trimestre - um avanço de 19 mil trabalhadores em relação ao trimestre anterior, quando 221 mil alagoanos estavam desalentados. Com o avanço, a taxa de desalentados em Alagoas atingiu 16,5% no terceiro trimestre, a segunda maior alta do País, atrás apenas do estado do Maranhão, cuja população de trabalhadores nessa situação atingiu 18,3% Portanto, quem procurou “vagas de emprego” se deparou com informações como a de que o volume de vagas criadas em Alagoas no mês de Outubro foi o pior para o mês desde 2004, quando foi criada a série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Em doze meses, Alagoas registrou o fechamento de 1.445 postos com carteira assinada, uma retração de 0,41%.

* Sob supervisão da editoria de Economia

Relacionadas